Camisa Comemorativa do ROBINHO!

Catar não abre mão de Autuori

Clube do Catar não abre mão de Autuori e Peixe fica a ver navios

Conversas entre o treinador e a diretoria santista estavam bem adiantadas, mas dirigentes do Al Hayaan não liberam o treinador.

Aconteceu o que o diretor de futebol do Santos, Luiz Antônio Ruas Capella, temia: os dirigentes do Al Hayaan, do Qatar, não aceitaram liberar o técnico Paulo Autuori de seu novo contrato, que entra em vigor no fim de junho, e o treinador não poderá se transferir para o Santos. A diretoria alvinegra recebeu a informação nesta quarta-feira à noite, e imediatamente começou mais uma rodada de reuniões para tentar um plano B.

Assim que recebeu o convite do Santos, na última terça-feira, Autuori, que está no Brasil, passou a disparar telefonemas para os dirigentes do Qatar para tentar sua liberação.

Seu contrato atual vence no fim de junho, mas ele já havia assinado a renovação, que entra em vigor em julho. A idéia de Autuori era convencer os dirigentes do Al Hayaan a liberá-lo desse novo compromisso sem a necessidade de pagamento de multa. Não obteve sucesso.

Com o contratempo, a diretoria santista agora volta a pensar em Cuca, do Botafogo.

Um peixe-voador passeia na Colômbia

Kléber Pereira (na foto com Molina) e Lima garantem a vitória por 2 a 0 sobre o Cúcuta. América do México, que eliminou o Flamengo, é o adversário nas quartas da Taça Libertadores

Peixe passeia na Colômbia e vai às quartas-de-final

Sem fazer muito esforço, time de Emerson Leão vence Cúcuta-COL por 2 a 0 e agora enfrenta o América-MEX

Não foi nada daquilo que os santistas esperavam. O Cúcuta-COL não foi para o abafa, não pressionou, nada. Muito pelo contrário, quem tomou a iniciativa da partida e criou as melhores chances da partida foi o Peixe. Tanto que venceu por um tranqüilo 2 a 0 e está nas quartas-de-final da Taça Libertadores.

Agora, o Alvinegro enfrenta o América-MEX, mesmo adversário que enfrentou nessa fase da competição no ano passado. O primeiro jogo será no estádio Azteca, na Cidade do México, nesta semana. A data será decidida pela Conmebol nesta sexta-feira.

Peixe à vontade em campo

Como havia perdido o primeiro na Vila Belmiro, quinta passada, por 2 a 0, o Cúcuta precisava vencer por três gols de diferença. Já o Peixe passaria às quartas mesmo perdendo por um gol. Mas parecia que era o contrário. Tanto que o time de Emerson Leão começou a pressionar desde a saída e criou a primeira chance logo aos nove segundos de jogo, com Kléber Pereira, que recebeu de Kléber, mas arrematou mal, em cima da zaga.

Marcando muito bem no meio-de-campo, o Santos anulava o meia Torres, o mais habilidoso jogador do adversário. Assim, o Cúcuta tentava a ligação direta em chutões a partir da defesa. Sem nenhum sucesso. O Peixe, colocando a bola no chão, ia tocando a bola, superando o gramado muito irregular, e envolvendo o adversário.

Agência/AP

Lima comemora o segundo gol do Peixe

Kléber Pereira voltou a desperdiçar a chance aos 12. Após receber passe de Molina, ele tentou um chute colocado, de esquerda, mas pegou muito mal na bola e apenas atrasou para o goleiro. O artilheiro ainda desperdiçou outra chance, a melhor delas, quando recebe de Molina livre pela direita, mas em vez de chutar direto, tentou driblar o goleiro e acabou desarmado.

O Cúcuta só teve uma chance na primeira etapa. Aos 17, Torres recebeu na intermediária, dominou e chutou forte. Fábio Costa espalmou. Foi o único lance em que o camisa 10 da equipe colombiana conseguiu receber em condições.

Mas quem mandava no jogo era o Santos. Aos 19, Fabão chegou a marcar o gol, mas estava impedido após o lançamento de Kléber. Aos 40, porém, não teve jeito. Kléber Pereira, que já havia perdido três gols, não deixou passar o quarto. Ele lançou Marcinho Guerreiro na direita. O volante chutou forte e o goleiro Castellanos espalmou. Na sobra, Kléber Pereira bateu de chapa, de pé direito, e acertou o ângulo. Um golaço.

Fatura liquidada

Precisando de quatro gols para se classificar, o Cúcuta arriscou tudo no segundo tempo. Deixou de marcar e se lançou com todos os jogadores para o ataque: o jogo, então, ficou a caráter para os atacantes santistas, que mataram o adversários nos contra-ataques.

Aos nove minutos, Molina, totalmente livre, avançou com a bola dominada e abriu na direita para Kléber Pereira, que recebeu e rolou para Lima vir de trás e mandar a bomba de pé direito: 2 a 0, muito fácil.

A primeira chance de gol do Cúcuta no segundo tempo só saiu aos 19 minutos. James Castro mandou uma bomba de fora da área, de pé direito, e Fábio Costa fez grande defesa, espalmando para escanteio.

No mais, o jogo era do Peixe. O terceiro quase saiu aos 32 minutos. Quiñonez, que entrou no lugar de Molina, recebeu pela esquerda e foi em direção ao gol sem ser incomodado. O equatoriano invadiu a área, limpou o marcador e chutou de direita. A bola passou raspando o pé da trave esquerda.

A partir daí virou treino. O Peixe chegava em campo com tanta facilidade que parecia que tinha jogadores sobrando. O time poderia ter voltado da Colômbia com uma goleada histórica se não tivesse desperdiçado tantas chances.

O Cúcuta ainda teve um lampejo aos 43, quando o Arriaga recebeu de frente para Fábio Costa e mandou para o gol. Mas o impedimento já estava marcado.

Ficha do jogo

CÚCUTA-COL 0 x 2 SANTOS
Castellanos, Rivas (Arriaga), Córdoba, Portocarrero e González; Charles Castro, James Castro (Henry), Amarilla e Macnelly Torres; Cabrera e Urbano. Fábio Costa, Betão, Fabão, Marcelo e Kléber; Adriano, Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto (Anderson Salles) e Molina (Quiñonez); Lima (Trípodi) e Kléber Pereira.
Técnico: Pedro Sarmiento. Técnico: Emerson Leão.
Gols: Kléber Pereira, aos 40 minutos do primeiro tempo; Lima, aos 9 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Adriano, Anderson Salles (Santos), Charles Castro (Cúcuta)
Estádio: General Santander, em Cúcuta (Colômbia). Data: 08/05/2008. Árbitro: Carlos Amarilla (Paraguai). Auxiliares: Manuel Bernal e Óscar Viera (Paraguai).

“Ronaldinha” Viviane Brunieri faz Filme Pornô

Ex de Ronaldo promove pornô ao lado de sósia do jogador

Viviane Brunieri ao lado de um sósia do Ronaldo, num filme que promete deixar o Fenômeno passando mais mal do que na final da copa de 1998


A produtora de filmes adultos Sexxxy World divulgou as primeiras imagens do ensaio do longa pornô estrelado pela modelo Viviane Brunieri, ex-namoradora do jogador Ronaldo. Nas imagens, ela aparece ao lado de um sósia do craque.

Viviane ficou conhecida como Ronaldinha em 1998 após viver um affair com Ronaldo e posar nua para a revista Playboy. Nas fotos do filme, cujo nome ainda não foi divulgado, a modelo e o sósia do jogador posam com as cores do Brasil e uma bola de futebol.

O interesse da Sexxxy World em Viviane teria surgido após pesquisa da produtora Sexxxy para saber quais mulheres os internautas gostariam de ver em seus filmes.

Em janeiro de 1998, Vivi havia posado nua para a Playboy ao lado de outra ex do Ronaldo, a sumida Nádia França. Após alguns anos de ostracismo, eis que a loira aparece estrelando uma produção pornô da Sexxxy World, ao lado de um sósia do “amigo” da traveca Andréia Albertini. Confiram um vídeo de divulgação do filme de sexo explícito em que a Ronaldinha aparece ao lado do ex da Daniella Cicarelli.

Viviane Brunieri ficou em terceiro lugar atrás de Juliana Paes e Mari Alexandre.

Maio 6, 2008

Santos 2 x 0 Cúcuta »

Peixe faz a lição de casa e leva boa vantagem para a Colômbia

Agência/AFP

Lima estréia e comemora o gol que abriu caminho para a boa vitória

Agência

AFP
Estreante da noite, Lima comemora o primeiro gol do Santos na Vila

O Santos fez a lição de casa. Venceu o Cúcuta-COL, por 2 a 0, nesta quinta-feira à noite, na Vila Belmiro, no primeiro confronto pelas oitavas de-final da Taça Libertadores. Com o resultado, o Alvinegro pode viajar um pouco mais tranqüilo para a Colômbia, na próxima semana. Mesmo se perder por 1 a 0 ou qualquer placar por um gol de diferença, o Alvinegro Praiano passa às quartas-de-final.

Estreante mostra seu cartão

Ao contrário do que aconteceu no último jogo contra o Cúcuta, o Santos buscou o jogo pelas laterais, tentando abrir o bloqueio colombiano. O time estrangeiro joga com duas linhas de quatro jogadores marcando implacavelmente pelo meio.

O jeito então era abrir o jogo. Por incrível que pareça, quem fez as melhores jogadas pela ala foi o zagueiro Betão, jogando improvisado na direita. Kléber, que costuma acertar cruzamentos perfeitos pela esquerda, preferiu jogar pelo meio, armando jogadas.

No início, o Peixe conseguiu abrir espaços e a cruzar bolas na área. Mas a zaga do Cúcuta limpava a área. A pressão alvinegra, porém, era tão intensa que os colombianos não resistiram. Aos 18 minutos, Betão cruzou da direita. Kléber Pereira não alcançou, mas Lima estava bem posicionado e empurrou para a rede. O estreante prometeu mostrar seu cartão de visitas e cumpriu.

Após abrir o placar, o time santista continuou em cima, dominando a posse de bola e tentando criar jogadas. No entanto, a partir dos 25 minutos diminuiu o ritmo. A não ser por um chute de Lima, de direita, que passou perto da trave esquerda, o Peixe não criou nenhuma outra chance.

O Cúcuta, por sua vez, chegou pouco. Sempre em jogadas armadas pelo habilidoso Torres. No entanto, a zaga santista esteve atenta, sobretudo na marcação do argentino Urbano, que foi bem vigiado por Marcelo.

Fumaça e vantagem

O Santos começou o segundo tempo dominando, mas aos oito minutos um grupo de torcedores santistas abusou da fumaça provocada por sinalizadores e parou o jogo por cinco minutos. A fumaça era tanta que ficou impossível enxergar o campo.

A paralisação esfriou o time santista, que passou a ser ameaçado. Aos 18, Amarilla avançou pelo meio e deu um toque para tentar encobrir Fábio Costa. O goleiro se esticou todo para fazer uma grande defesa.

Agência

EFE
Betão disputa a bola com Amaril na Vila

Quando os colombianos apertavam, veio a canhota certeira de Molina dar um pouco mais de tranqüilidade ao Peixe. O meia cobrou falta pela direita direto para o gol. Mas essa tranqüilidade durou pouco tempo. Aos 29, Wesley chutou a bola em cima de um adversário, com a jogada parada, e acabou levando um vermelho infantil.

Com um a menos, o Santos passou a ser ainda mais pressionado. O Cúcuta dominava a posse de bola, tentava ora pelo meio, ora pela esquerda, em investidas de Pajoy. Acuado, o Peixe tentava achar espaço para um contra-ataque, mas faltava acertar o passe.

O time colombiano, por sua vez, dava à partida um ritmo mais forte, virava a bola, mas encontrava alguma dificuldade para passar pelos defensores santistas. À medida que o tempo foi passando, o Cúcuta partia para o desespero e errava passes, deixando a zaga alvinegra mais sossegada.


A FICHA DO JOGO

Gols: Lima, aos 18 minutos do primeiro tempo; Molina, aos 25,
Cartões amarelos: Rodrigo Souto, Molina, Kléber Pereira (Santos), Torres (Cúcuta)
Cartões vermelhos: Wesley (Santos)
Árbitro: Marco Rodríguez (México)
Auxiliares: José Camargo (México) e Arturo Velázquez (México)
Data: 1º/5/2008
Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Público: 17.282 pagantes
Renda: R$ 406.720,00

SANTOS 2 x 0 CÚCUTA-COL
Fábio Costa
Betão
Fabão
Marcelo
Kléber
M. Guerreiro (Adriano)
Rodrigo Souto
Molina (R. Tabata)
Wesley
Lima (Trípodi)
Kléber Pereira
T: Emerson Leão
Castellanos
García (Cabrera)
Cordoba
Portocarrero
González
Charles Castro
Zapata
James Castro (Pajoy)
Amarilla (Romero)
Macnelly Torres
Urbano
T.: Pedro Sarmiento

Rio Claro 1 x 1 Santos »

Agência/Lancepress

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Empate frustra Santos e rebaixa o Rio Claro

Com igualdade por 1 a 1, Peixe vê chances reduzidas de classificação. Time do interior cai

Mais uma vez o Santos vacilou contra um time mal colocado na tabela e viu as chances de classificação às semifinais do Campeonato Paulista ficarem quase nulas. Neste sábado, no estádio Augusto Schimidt Filho, a equipe apenas empatou com o Rio Claro por 1 a 1, resultado que rebaixou o clube do interior.

Durante a competição, em que o time alvinegro chegou até a brigar contra o rebaixamento, o Santos perdeu também de Rio Preto e Juventus, equipes que desde o começo estão mal posicionadas. Fato esse que aconteceu também no Brasileirão 2007 – com derrotas para América-RN e Náutico quando esses eram lanternas.

O QUE FALTA PARA O RIO CLARO
6/4 Marília x Rio Claro
O QUE FALTA PARA O SANTOS
6/4 Santos x Ponte Preta

O tropeço santista nesta rodada acontece depois que a “Operação Milagre” ganhou força na Vila Belmiro. Com cinco vitórias consecutivas, o time do técnico Emerson Leão deixou de ser candidato ao rebaixamento para almejar uma vaga nas semifinais do Paulistão. Porém, o empate com o rebaixado Rio Claro complicou muito.

A primeira meta para continuar respirando é torcer para que o São Paulo não some pontos no jogo deste domingo, contra o Bragantino. Além disso, precisa ganhar da Ponte Preta na última rodada e torcer por enorme combinação de resultados.

Caso se confirme que a chance de o Santos classificar-se às semifinais estaduais é zero, restará apenas a Taça Libertadores da América para o Peixe. E o próximo jogo acontece na terça-feira, contra o San José-BOL, na Vila Belmiro.

FIM DA ‘OPERAÇÃO MILAGRE’?
DATA JOGO
9/3 Santos 3×2 Noroeste
13/3 Santos 2×1 Mirassol
16/3 São Caetano 0x1 Santos
23/3 Guaratinguetá 0x1 Santos
26/3 Santos 2×1 Corinthians
29/3 Rio Claro 1×1 Santos

A iniciativa do jogo foi tomada pelo Rio Claro, mas foi o Santos que saiu na frente no placar. E graças a um erro na defesa do time do interior. Aos 11 minutos, Dão perdeu a bola e Adoniran cruzou para área. Molina cabeceou no travessão e Kléber Pereira fez de cabeça o seu 12º na competição estadual.

O Rio Claro, porém, não se intimidou e foi para cima. Aos 13, Silas arriscou de fora da área e o desvio na zaga santista assustou Fábio Costa. O goleiro, aliás, foi herói no lance seguinte. Após cobrança de escanteio da direita, o zagueiro Douglão cabeceou e o camisa 1 alvinegro fez linda defesa.

Mas como vida de goleiro é complicada, aos 41 minutos Fábio Costa foi o vilão. Silas fez ótima jogada pela direita e cruzou rasteiro para Mirandinha, que bateu fraco de primeira e viu o goleiro santista falhar. O gol fez a equipe anfitriã se empolgar e pressionar o Santos até o fim da etapa inicial.

O Santos teve uma chance incrível de voltar a ter vantagem no marcador logo aos 4 minutos do segundo tempo. Kléber Pereira chutou da pequena área e Gilson espalmou. No rebote, o colombiano Molina bateu forte, mas o zagueiro Dão, bem posicionado, salvou o Rio Claro em cima da linha.

Aos 13 minutos foi a vez do time do interior assustar. E o susto só não foi maior por um erro da arbitragem. Após cobrança de falta para área, Douglão desviou de cabeça para o fundo do gol. No entanto, foi marcado impedimento que não existiu.

O Peixe, no entanto, foi bastante superior na etapa final. Só não chegou à vitória por causa do goleiro Gilson, que fez grandes defesas. Kléber Pereira, Molina, Rodrigo Souto… Todos tiveram chances, mas nenhuma deu a vitória ao time santista.

Confira a tabela dinâmica do Paulistão no Globo Esporte: simule a reta final

 A FICHA DO JOGO
RIO CLARO X SANTOS
Gilson
Dão
Toninho
Douglão
Ivan
Douglas Peruíbe
Cléber Gaúcho
Silas
(Luiz Fernando)
PC
(Guilherme)
Luciano
Mirandinha
T.: Edu Marangon
Fábio Costa
Adoniran
Domingos
Marcelo
Kléber
Adriano
(Fabão)
Rodrigo Souto
Molina
(Renatinho)
Wesley
Sebastián Pinto
(Vitor Junior)
Kléber Pereira
T.: Emerson Leão

Gol: Kléber Pereira, aos 11, e Mirandinha, aos 41 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Cléber Gaúcho, Toninho (R); Kléber, Marcelo, Domingos (S)
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra
Auxiliares: Anderson José de Moraes Coelho e Marcelo Luís da Silva
Data: 29/3/2008
Estádio: Augusto Schimidt Filho, em Rio Claro (SP)

Santos 2 x 1 Corinthians »

O ‘milagre’ está mais próximo

Nelson Coelho/Diário de S.Paulo
Vitória sofrida no clássico deixa o Peixe a um ponto do G-4
Num jogo emocionante, cheio de oportunidades e três gols, o Santos venceu o Corinthians por 2 a 1 na Vila Belmiro. Com o resultado, o Peixe segue firme na sua “Operação Milagre” em busca de uma das quatro vagas para a fase final. Agora, com 29 pontos e mais dois jogos pela frente, os santistas continuam na briga e cada vez com mais confiança do elenco e da torcida. Um ponto a frente ainda, o Timão pode sair do G-4 nesta quinta-feira, mas ainda tem boas chances de avançar.Devido às últimas rodadas, o clássico da Vila ganhou ares de decisão. Embalado por quatro vitórias seguidas, o Santos, ex-candidato ao rebaixamento, tinha virado concorrente às semifinais. Do outro lado, um Corinthians ainda no G-4, mas que vinha oscilando no Paulistão.

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Ao Peixe, só vencer interessava. Ao Timão, o empate não seria dos piores resultados. E foi assim que o jogo começou. Mais atirado, o Santos foi para cima, mas o Corinthians não deixou por menos e também atacou. Os primeiros minutos foram lá e cá, com boas oportunidades de gol, mas foram os donos da casa que abriram o placar. Aos 15 minutos, depois de uma bobeada de Perdigão – que tinha a bola dominada, tropeçou e perdeu –, Molina fez grande jogada, atraiu a marcação e deixou Sebastián Pinto livre para marcar. Passe de um colombiano, finalização de um chileno e 1 a 0 na Vila Belmiro.

O QUE FALTA PARA O SANTOS
29/3 Rio Claro x Santos
6/4 Santos x Ponte Preta
O QUE FALTA PARA O CORINTHIANS
30/3 Corinthians x Marília
6/4 Noroste x Corinthians

O troco não demorou, mas foi anulado pelo árbitro Sálvio Spinola Fagundes Filho. Após cobrança de escanteio, Diogo Rincón cabeceou para o gol, mas o juiz viu falta de Fabinho e parou o jogo. Até o final do primeiro tempo, chances foram sendo criadas e perdidas… Molina teve ótima oportunidade para ampliar e errou o alvo; André Santos teve o gol livre, mas a bola caiu no seu “pé errado” (o direito) e ele chutou pelo alto.

A torcida santista elegeu Perdigão o 12º jogador do Peixe. Após ter falhado no lance do gol e ter cometido mais erros, cada vez que o corintiano pegava na bola, a arquibancada da Vila Belmiro ia ao delírio.

O Corinthians voltou do intervalo ciente de que estava atrás no placar, mas que não estava devendo futebol ao adversário. Após a conversa do técnico Mano Menezes no vestiário, o Timão iniciou o segundo tempo com tudo. Em menos de dois minutos foram três escanteios. No terceiro, William cabeceou firme e Carlão só desviou para a rede empatando o clássico.

Mas quase não deu tempo para comemorar. O Corinthians pagou o preço da sua pior deficiência aos 6 minutos: os passes errados. Betão interceptou passe de Fabinho, quase na área do Santos, passou para Molina, que armou o contra-ataque e achou Kleber Pereira. O atacante trombou com Carlão, derrubou o zagueiro e fuzilou. O Timão reclamou de falta, mas o juiz validou o 11º gol do agora também artilheiro do Campeonato Paulista – empatado com Pedrão, do Barueri.

O novo empate quase ocorreu aos 15, quando Herrera carimbou o travessão de Fábio Santos. Percebendo que corria risco, o técnico Emerson Leão tratou de reforçar o sistema defensivo trocando Sebastián Pinto por Marcelo. Como resposta, Mano Menezes mandou Lulinha e Acosta para campo. A vida do Peixe parecia que ia se complicar quando Betão foi expulso. Para não ficar com a zaga desprotegida, Leão trocou Renatinho, que tinha acabado de entrar, pelo estreante Fabão. O lateral Adoniran se machucou, mas como o time não tinha mais direito a substituição, ele foi no sacrifício até o fim. A última cartada de Mano foi Marcel, mas o Timão não conseguiu empatar.

Confira a tabela dinâmica do Paulistão: simule as últimas rodadas

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Oh…Vamos ser tri, Santos!

Torcida do Santos após a vitória no clássico

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A FICHA DO JOGO
SANTOS 2 X 1 CORINTHIANS  
Fábio Costa
Adoniran
Domingos
Betão
Kléber
Marcinho Guerreiro
Adriano
Molina
(Renatinho)
(Fabão)

Sebastián Pinto
(Marcelo)
Kléber Pereira
Wesley
T.: Emerson Leão
Felipe
Chicão
(Marcel)
William
Carlão
Carlos Alberto
Fabinho
Perdigão
(Lulinha)
Diogo Rincón
André Santos
Dentinho
(Acosta)
Herrera
T.: Mano Menezes

Gol: Sebastián Pinto, aos 15 minutos do primeiro tempo; Carlão, a 1, e Kléber Pereira aos 6 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Marcinho Guerreiro, Betão, Domingos, Kléber e Kléber Pereira (S); Dentinho, Chicão, Acosta e Lulinha (C).
Cartão vermelho: Betão (S)
Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Ednilson Corona e Claudson Lincoln
Data: 26/3/2008
Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Renda: R$ 242.890,00
Público: 15.270 pagantes